
Os idosos, frequentemente, apresentam doenças gengivais, têm cáries e problemas nas raízes dos dentes. E, não raro, ausência total ou parcial dos dentes, o que causa desconforto estético e também prejudica o organismo como um todo.
Para fugir das cáries e doenças gengivais, a melhor medida é visitar regularmente o dentista, utilizar creme dental com flúor e fio dental a cada refeição e, principalmente, evitar consumo excessivo de alimentos ricos em açúcares, além do tabaco. Esses cuidados certamente prolongam a vida dos dentes naturais e evitam uma possível perda de um ou mais dentes.
Se as perdas já aconteceram, a melhor medida é repor os dentes, pois cada dente possui uma função especifica e a falta de um ou mais prejudica a mastigação e a digestão, já que os alimentos não chegam devidamente triturados ao estômago, além de ocasionar outros problemas de saúde. Poucos imaginam, mas doenças estomacais podem estar relacionadas à falta de dentes.
Hoje, para a reposição dos dentes existem opções, que fogem das velhas conhecidas próteses removíveis, popularmente conhecidas como dentaduras: são os implantes dentários (com prótese fixa), que facilitam a vida do paciente na hora da higienização e não têm contra-indicação. A higienização é similar aos dentes naturais: escovação e uso de fio dental após as refeições. É uma vida normal, com boa mastigação e confiança no sorriso.
O procedimento consiste na colocação de pinos de titânio na gengiva, que são fixados no osso maxilar ou mandibular no lugar da raiz dos dentes perdidos. Em seguida é instalada uma coroa dentária ou uma prótese de vários dentes, conforme a necessidade do paciente, posicionadas assim no lugar dos dentes naturais. Click aqui e confira em nosso portfólio o exemplo prático de implantes dentários com utilização de próteses fixa!












